quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

MAJ abre exposição de Vera Pamplona



A Prefeitura Municipal, a Fundação Cultural e o Museu de Arte de Joinville, apresentam a exposição “SUSPENSIONIS TEMPORE, da artista visual Vera Pamplona (São Paulo/SP) com abertura no dia 08 de dezembro, às 19h. A exposição terá abertura paralela a mostra “ERA UMA VEZ...” da artista catarinense Elke Hülse.
A exposição de Vera Pamplona, aborda a questão do tempo. Um período não vivido, cujo mote passa a ser um tempo observado, curtido e embalsamado. Tempo que se transforma em lembranças, murmúrios e sons. Um tempo de silêncio. Um tempo em suspensão.
Ao estar contida em um espaço pequeno e sem mobilidade, a artista passa a vivenciar este tempo extremamente lento e rotineiro. O dia que amanhece e transcorre numa sequencia de horas e o anoitecer que chega silencioso e abafado. Um tempo determinado pela cadência das horas: rítmico e cadenciado.
A esperança e a urgência de uma reconstrução pulsa e afirma-se como uma esperança maior. Um sonho de liberdade e o viver.
Fazem parte da exposição trinta fotografias e um desenho em grandes dimensões realizado com caneta esferográfica datadas de 2015.
Na abertura da exposição, a artista conversará com o público presente.

Sobre a artista

Vera Pamplona é graduada em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado - FAAP e tem participação em cursos, seminários e grupos de estudos de arte desde a década de 70. Entre 1985 e 2001 foi professora do curso de Desenho nos Cursos Livres da FAAP.
Além de exposições individuais, integrou mostras coletivas e salões de arte pelo país.
Em 2014, participou dos projetos coletivos “Parola Pax” na Galeria de Arte de Fundação Opera Campana dei Caduti em Rovereto e “I am Woman” no Museu de Arte Contemporânea Casoria em Nápoles, ambas cidades da Itália.

Foto: Divulgação da artista

A exposição permanecerá aberta para visitação até o dia 29 de janeiro de 2017 (domingo).

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

Elke Hülse no Museu de Arte de Joinville



A Prefeitura Municipal, a Fundação Cultural e o Museu de Arte de Joinville, apresentam a exposição “ERA UMA VEZ..., da artista visual Elke HÜlse (Criciúma/SC) com abertura no dia 08 de dezembro, às 19h. A exposição terá abertura paralela a mostra “SUSPENSIONIS TEMPORE” da artista visual Vera Pamplona de São Paulo. As duas exposições foram aprovadas no Edital de Exposições Temporárias MAJ 2016.
A proposta da exposição ERA UMA VEZ...é composta de 11 tapeçarias que reúnem retratos e memórias, contemplando duas linguagens distintas: a fotografia e a tapeçaria. A fotografia é o instrumento inicial utilizado na concepção das tapeçarias e essas por sua vez, tornam-se mais vivas do que as imagens do personagem ali retratados.
Fará parte da exposição a obra que originou o título da mostra “Es war einmal....Era uma vez.....Once upon a time” livro de artista que reúne uma série de produções em pequenos formatos emendados. No verso da obra é possível ver impresso em tecido o desenho, também denominado de cartão usado como referência para execução das tapeçarias. Recentemente esta obra estava exposta em Shenzhen na China.
Em fevereiro de 2016, a artista foi convidada para participar da conceituada mostra anual no The Cordis Prize For Tapestry na Upper Galleries of the Royal Scottish Academty em Edimburgo na Escócia.
A artista tem se dedicado ao longo de dez anos a traduzir a linguagem da fotografia para a da tapeçaria.

Sobre a artista

A artista Elke HÜlse é natural de Blumenau/SC, vive e trabalha na cidade de Criciúma. Possui graduação em Artes Visuais e mestrado em Teoria e História da Arte pela UDESC/Florianópolis, além de participação em cursos e workshops na área.
Trabalha com tecelagem e tapeçaria desde 1990. Sua formação em tapeçaria se baseia no método criado pelo tapeceiro uruguaio Ernesto Aroztegui. Tem participação em residências artísticas em Moscou e em editais de países da Europa, Estados Unidos, China e América Latina; expôs em diversas mostras coletivas pelo Brasil e no exterior, bem como realizou exposições individuais em várias galerias e espaços culturais de Santa Catarina.


Foto: Divulgação da artista

quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Edital de Exposições Temporárias MAJ 2017


O Museu de Arte de Joinville - MAJ, unidade da Fundação Cultural de Joinville, 
institui seu Edital para regulamentar a seleção de propostas de 
Exposições Temporárias para o ano de 2017.

As inscrições estão abertas no período 
de 28 de novembro de 2016 a 30 de janeiro de 2017.

O Edital com todas as informações pode ser acessado
 na página da Fundação Cultural de Joinville:

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Exposições de 40 anos do MAJ - últimos dias

O Museu de Arte de Joinville completou quarenta anos de atividades no dia 03 de setembro de 2016. Para as comemorações, foram organizadas exposições a partir de recortes que valorizam o acervo da instituição e dão ênfase à produção de arte em Joinville e Santa Catarina.

O MAJ foi inaugurado no ano de 1976 e instalado na casa de Ottokar Dörffel, tombada como Patrimônio Histórico de Santa Catarina, situada na rua XV de Novembro, bairro América. Na década de 70, a Prefeitura Municipal de Joinville adquiriu a casa, período no qual a classe artística da cidade reivindicava um espaço adequado para realizar exposições e manifestações artístico-culturais, culminando na criação desta importante instituição que conquistou credibilidade nacional.

O MAJ possui um acervo significativo que conta com aproximadamente 1000 obras em diferentes estilos, técnicas e épocas, representando um importante legado da arte local, estadual e mesmo nacional.

Exposições Comemorativas:

O Mérito de Cada Um – Homenagem
Mario Avancini – seu filho Marcos Avancini (Joinville/SC), Elke Hering - sua filha Rafaela Hering Bell (Blumenau/SC), Martinho de Haro – seu filho Rodrigo de Haro (Florianópolis/SC).
Neste projeto serão apresentadas obras dos artistas que expuseram na inauguração do MAJ em 1976 e como uma forma de homenagem, obras dos filhos dos referidos artistas que hoje também são artistas visuais.



Antonio Mir – O Espanhol Joinvilense
Exposição em homenagem ao artista visual Antonio Mir pela sua participação e contribuição para a arte joinvilense, catarinense e espanhola; bem como idealizou e tomou a frente do grupo de artistas da cidade para a implantação do museu na casa Ottokar Dörffel. A exposição apresentará obras que pertencem ao acervo do MAJ, de colecionadores particulares, além de desenhos recentes do artista realizados em 2015 e o seu autorretrato pintado em 1966, inéditos para o público.


COLETIVA – 11 PIONEIROS
Albertina Ferraz Tuma, Antonio Mir, Edson Busch Machado, Hamilton Machado, Índio Negreiros da Costa, Luiz Henrique Schwanke, Maria Angelina Keller, Mario Avancini, Nilson Delais, Odil Campos e Victor Kursancew. - todos artistas participantes da 1ª Coletiva de Artistas de Joinville realizada em 1971. A pesquisa para esta exposição, partiu em busca de referências no acervo do MAJ que contemplam elementos da produção artística em Joinville na década de 70, culminando na criação do MAJ em 1976.



Fragmentação da Paisagem Cultural


Exposição a partir de projeto educativo realizado pelo MAJ em parceria com a Escola de Educação Básica Osvaldo Aranha e o artista visual Marc Engler durante o mês de maio e fez parte do calendário nacional da 14ª Semana de Museus – Ibram.
Os participantes foram convidados a refletir sobre o tema Paisagem Cultural criando produções e usaram uma rede social como meio de trocas de imagens.
Compõem a exposição uma obra coletiva a partir dos registros fotográficos feitos pelos participantes, um livro de arte que apresentará o processo criativo dos estudantes e um vídeo com fotos registradas durante o decorrer do projeto educativo.



Da casa de Dörffel ao MAJ

O visitante poderá ver reproduções da planta original da casa desenhada por Dörffel, dos projetos de readequação na década de 70 da antiga residência para a futura instalação do museu, reproduções de fotografias antigas a partir da aquisição da casa pela Prefeitura até a conclusão das readequações para abrigar o museu.

Integram também a exposição, painéis iconográficos com informações sobre os detalhes arquitetônicos elaborados por Dörffel, usando elementos da simbologia maçônica.



Pátio das Esculturas

Para humanização e revitalização do patio interno da casa sede do museu será inaugurado o PATIO DAS ESCULTURAS – ACERVO PERMANENTE com esculturas selecionadas do acervo da instituição, proporcionando o contato das obras com o público visitante do MAJ.

Compõem o pátio das esculturas: Artistas visuais joinvilenses - Grupo Barro em Expressão e Edith Wetzel com esculturas em cerâmica; Mario Avancini com escultura em mármore Camboriú e Marcos D'Aquino com obra em granito e metal. De Chapecó, uma obra do artista Paulo Siqueira construída com ferro soldado.





As exposições comemorativas permanecerão abertas para visitação até o próximo domingo - dia 27 de novembro de 2016, de terça a domingo das 10 às 16h.

sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Abertura de exposições no MAJ

No dia 10 de novembro abriram nos Espaços Anexos 1 e 2 do Museu de Arte de Joinville, as exposições dos artistas Marc Engler (Joinville), Eva Soban e Giuliano Bianchi - ambos de São Paulo/SP. Seguem alguns registros da noite de abertura.

As exposições ficam abertas para visitação até 29 de janeiro de 2017.


















quinta-feira, 10 de novembro de 2016

Nova exposição de Marc Engler no MAJ



O Museu de Arte de Joinville apresenta a exposição “CONSUMOQUE VOL II, do artista joinvilense Marc Engler com abertura no dia 10 de novembro, às 19h no Espaço Anexo 1 do MAJ na Cidadela Cultural. A exposição integra o bloco de novembro com mais duas mostras: “Por um fio” da artista Eva Soban e “ Quadrado – Perseguição da Forma” do artista Giuliano Bianchi ambos de São Paulo/SP. As três exposições foram aprovadas no Edital de Exposições Temporárias de 2016.
Em 2016, Marc Engler vai apresentar a continuidade de sua pesquisa na segunda individual no museu que faz parte de seu tema pertinente questionando o consumismo desenfreado; a produção exacerbada e a produção de lixo descontrolada.

Na esteira da pop art, cada ícone, silhueta, ou contorno que compõe a exposição, Engler mantém uma ambígua similaridade com a imagem da mercadoria. Essas formas estão associadas tanto as nossas necessidades mais vitais quanto aos nossos caprichos mais particulares.

Nesta exposição, a proposta é fazer uma reflexão sobre as “cascas” que embalam os produtos de consumo e, depois abandonam os desejos saciados. “O lixo gerado pelas embalagens e produtos descartados tem causado grandes problemas ambientais, principalmente nos grandes centros urbanos” aponta o artista.

Fazem parte da exposição, objetos que o artista denomina como “Esculturas Douradas” e fotografias das mesmas embalagens formando um diálogo entre forma e imagem. Marc usa o lixo como metáfora para a ruína da cultura e da identidade baseada no consumo.


Sobre o artista
Marc Engler nasceu em Rio Negrinho, em 1979. Morou em Porto Alegre e em Joinville até radicar-se em São Paulo, onde produziu editorias de moda, trabalhos executivos e em publicidade até formar-se em Fotografia pela Universidade Anhembi Morumbi em 2012. Neste mesmo ano, deixa a vida corporativa, retornando a Santa Catarina e passando a dedicar-se exclusivamente a atuação artística.
Já participou de exposições coletivas organizadas pela AAPLAJ – Associação dos Artistas Plásticos de Joinville em que é membro associado, além de exposições individuais no MAJ e na Galeria El Clandestino, ambas em 2015.

Em 2016 participou de um projeto educativo do Museu de Arte como artista convidado. O projeto foi desenvolvido com os estudantes do 1º ano do Ensino Médio da Escola de Educação Básica Osvaldo Aranha e a professora Andrea Ribeiro Gomes.


Foto: Divulgação do artista


A exposição "CONSUMOQUE VOL. II" permanecerá aberta para visitação até o dia 29 de janeiro de 2017. (domingo).